16 setembro 2026

Ecomuseu CSJ realiza Mutirão no Dia Mundial da Limpeza no Jardim Pararangaba


Ação coletiva no dia 19 de setembro engaja moradores na preservação ambiental e no cuidado com os espaços públicos.

No dia 19 de setembro de 2026, o bairro Jardim Pararangaba recebe uma ação comunitária de cuidado com o território e com o meio ambiente. O Mutirão de Limpeza, promovido pelo Ecomuseu dos Campos de São José (CSJ), com apoio do Parque dos Saguis e da Prefeitura de São José dos Campos, compõe a programação do o Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day).

O World Cleanup Day é liderado globalmente pela organização Let’s Do It World e integra o calendário oficial de Dias Internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU). Desde 2018, o movimento reúne milhões de voluntários em 212 países e territórios para combater a crise mundial dos resíduos descartados incorretamente. A proposta demonstra que a solução para um problema global começa com o engajamento e a ação local.

Alinhada a esse movimento, a iniciativa no Jardim Pararangaba busca promover a conscientização ambiental na prática, reforçando a importância do descarte correto do lixo, da preservação das áreas verdes urbanas e do fortalecimento dos laços comunitários. A mobilização reforça o compromisso do Ecomuseu CSJ com a salvaguarda e valorização dos patrimônios ambientais e culturais dos bairros de abrangência direta do projeto, promovendo a transformação do território por meio da integração social e do pertencimento comunitário.

Serviço:

  • Evento: Mutirão do Dia Mundial da Limpeza – Jardim Pararangaba

  • Data: 19 de setembro de 2026

  • Horário: Das 9h às 12h

  • Local: Rua Rio Tietê, nº 373 (Área verde, próxima à rotatória da rua sem saída) – Jardim Pararangaba, São José dos Campos/SP

  • Participação: Aberta à comunidade 

Sobre o Ecomuseu dos Campos de São José

O Ecomuseu dos Campos de São José é um museu de território focado na salvaguarda e valorização do patrimônio integral (ambiental e cultural) 28 bairros das zonas leste e sudeste de São José dos Campos, além do município de Jambeiro. O projeto atua ativamente na promoção de educação ambiental e patrimonial, reflorestamento, conservação do sagui-da-serra-escuro (espécie ameaçada) e valorização do patrimônio imaterial local. Foi criado e é gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), com apoio da Prefeitura de São José dos Campos, em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e com a parceria da Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental.

CONTATOS PARA A IMPRENSA

Assessoria: Ecomuseu dos Campos de São José / Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP)

E-mail: comunica@cecp.org.br

Telefones: (12) 98163-8288 / (12) 99677-5272 / (12) 3902-5991

Canais: www.ecomuseu.org.br | Redes Sociais: @ecomuseucsj


27 agosto 2026

Dia do Voluntariado: Ação comunitária transforma antiga área de descarte em Núcleo de Educação Ambiental

Iniciativa no bairro EMHA 2, apoiada pelo Ecomuseu CSJ, mobiliza moradores na criação de um Núcleo de Educação Ambiental com horta, agrofloresta e encontros semanais. 

No dia 28 de agosto, celebra-se o Dia Nacional do Voluntariado, data que destaca o impacto da ação transformadora de cidadãos em suas comunidades. Um exemplo dessa força é a história da Praça dos Ipês, localizada no bairro EMHA 2, adjacente ao Pinheirinho dos Palmares. O que antes era um terreno marcado pelo descarte irregular de entulho e riscos à saúde pública tornou-se um Núcleo de Educação Ambiental, construído pelo engajamento direto e voluntário dos próprios moradores. 

A mudança começou com pesquisas de campo e rodas de conversa promovidas pelo Ecomuseu CSJ, projeto gerido pelo CECP em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. O diferencial do processo foi a ponte entre gerações dentro da própria comunidade, representada pelo morador Seu Cornélio e a jovem Nala, que se tornou bolsista e integrante da equipe do Ecomuseu CSJ. Juntos, impulsionaram o trabalho comunitário para converter o espaço em uma área limpa e agroflorestal. 

Uma das principais particularidades da Praça dos Ipês é a presença marcante e assídua de crianças do bairro, que frequentam o espaço de forma autônoma. Essa adesão infantil evidencia a carência histórica de opções de lazer e cultura além do ambiente escolar, ao mesmo tempo em que oferece às novas gerações o contato direto com o manejo da terra, o entendimento sobre a origem dos alimentos, o respeito à biodiversidade e a percepção do tempo e dos ciclos da natureza. 

Neste Dia do Voluntariado, a Praça dos Ipês mostra a força de uma comunidade, composta por diversas gerações, que decidiu cultivar o futuro. A transição de um lugar que não era visto para um polo de cultura, agroecologia e aprendizado coletivo reflete o poder da escuta atenta e do contato com o território, assim se consolidando como referência de sociabilidade, onde trocas de saberes e expressões culturais ocorrem em harmonia com a preservação ambiental, inspirando novos caminhos para a sociedade como um todo. 

O local abriga horta comunitária, sistema de compostagem e atividades contínuas de aprendizado. As ações abertas ao público e os encontros comunitários acontecem semanalmente, às sextas-feiras, das 9h às 11h30. 


Sobre o Ecomuseu dos Campos de São José  

O Ecomuseu dos Campos de São José é um museu de território focado no 

desenvolvimento sustentável e na salvaguarda cultural de 28 bairros das zonas leste e 

sudeste de São José dos Campos, estendendo-se também ao município de Jambeiro. A 

instituição atua ativamente na promoção de educação ambiental e patrimonial, projetos de 

reflorestamento, conservação do sagui-da-serra-escuro (espécie ameaçada) e valorização 

do patrimônio imaterial local. Suas ações são geridas pelo Centro de Estudos da Cultura 

Popular (CECP), com apoio da Prefeitura Municipal e com a parceria da Petrobras através 

do Programa Petrobras Socioambiental. 


CONTATOS PARA A IMPRENSA 

● Assessoria: Ecomuseu dos Campos de São José / Centro de Estudos da Cultura 

Popular (CECP) 

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● Telefones: (12) 98163-8288 / (12) 99677-5272 / (12) 3902-5991 

● Canais: www.ecomuseu.org.br | Redes Sociais: @ecomuseucsj

21 agosto 2026

Ecomuseu reforça missão contínua de salvaguarda e valorização dos saberes e fazeres



Na semana em que celebramos o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17) e o Dia do Folclore (22), O Ecomuseu dos Campos de São José, projeto gerido pelo CECP em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, destaca as atividades culturais que movimentam o território. Em vez de uma celebração pontual, a instituição reforça o compromisso recorrente com a preservação da memória por meio do mapeamento de saberes tradicionais, ações de educação patrimonial e uma programação diversificada de oficinas gratuitas e encontros comunitários. 

Na frente de valorização dos saberes manuais, o Núcleo de Educação Ambiental (NEA) Callithrix aurita, localizado no Campos de São José, recebe a Oficina de Mosaico às quartas-feiras, das 9h30 às 11h30, sob mediação de Célia Billa. No mesmo bairro, a tradição das Rodas de Bordado reúne a comunidade às quintasfeiras, das 14h às 16h, lideradas por Eliana Sena e Lídia Jovina. 

A programação se expande também no Núcleo do Ecomuseu CSJ com oficinas voltadas à criação artística e transmissão de técnicas. Durante o mês de agosto, aos sábados (dias 08, 15 e 22), das 14h às 16h30, acontece a Oficina de Empapelamento: Bonecos Articulados, mediada por Silvana Elisabete. Já em setembro, aos sábados (dias 05, 12, 19 e 26), das 9h às 11h, o público poderá acompanhar a oficina Tecendo Saberes: Crochê na Primavera, com condução de Leila Akiko. 

Acesse as redes sociais para encontrar a programação completa, que promove a participação direta dos moradores no cuidado com o território através de horta, compostagem, plantio, entre outras atividades. 

Sobre o Ecomuseu dos Campos de São José 

O Ecomuseu dos Campos de São José é um museu de território focado no desenvolvimento sustentável e na salvaguarda cultural de 28 bairros das zonas leste e sudeste de São José dos Campos, estendendo-se também ao município de Jambeiro. A instituição atua ativamente na promoção de educação ambiental e patrimonial, projetos de reflorestamento, conservação do sagui-da-serra-escuro (espécie ameaçada) e valorização do patrimônio imaterial local. Suas ações são geridas pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), com apoio da Prefeitura Municipal de São José dos Campos e em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental. 

● CONTATOS PARA A IMPRENSA 

● Assessoria: Ecomuseu dos Campos de São José / Centro de Estudos da 

Cultura Popular (CECP)

● E-mail: comunica@cecp.org.br

● Telefones: (12) 98163-8288

● Canais: www.ecomuseu.org.br | Redes Sociais: @ecomuseucsj

18 agosto 2026

Participe do Encontro Virtual - Como vivem os saguis em SJC



Você sabia que o sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita) habita os territórios de São José dos Campos? O município abriga a maior população desta espécie, fortemente ameaçada e endêmica da Mata Atlântica.

Para apresentar os avanços de campo, pesquisas genéticas e estratégias de conservação desse primata, o Ecomuseu dos Campos de São José e o Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra (CCSS) convidam você para o Encontro Virtual: Como vivem os saguis em SJC.

📌 O que será apresentado no Encontro?

Entre os tópicos em debate, serão apresentados os avanços recentes do projeto, como o mapeamento de ocorrência dos saguis, os diagnósticos de campo sobre a distribuição, dados de história natural e alguns aspectos comportamentais do Callithrix aurita. Além disso, as ações de captura e manejo dos indivíduos para esterilização, a fim de combater a hibridação, bem como o acompanhamento dos saguis esterilizados. 

Em paralelo, o painel abordará o trabalho de identificação molecular que tem como objetivo a criação de um quadro de diagnóstico que direciona as próximas ações de conservação da espécie, as atividades de educação ambiental, a sensibilização comunitária e a divulgação científica.

🎙️ Convidado e Mediação

O especialista convidado é Cleuton Lima Miranda, biólogo pela Universidade Federal do Piauí (2005), mestre (2008) e doutor (2016) em Zoologia pelo Museu Paraense Emílio Goeldi. Pesquisador e consultor ambiental, possui 18 anos de experiência em mastozoologia, primatologia, estudos de fauna e conservação. Atua como pesquisador afiliado ao Instituto Ecológico e de Proteção aos Animais (IEPA), participou de ações voltadas à conservação do sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita) pela Prefeitura de São José dos Campos e atualmente integra o projeto “Reflorestando a trilha do Callithrix aurita”, do Ecomuseu dos Campos de São José. Desenvolve pesquisas sobre ecologia, distribuição, taxonomia e conservação de mamíferos na Amazônia e na Mata Atlântica.

Mediação: Sérgio Ponti — Coordenador de Relações Comunitárias do Ecomuseu CSJ.

🗓️ Sobre o Evento

  • Data: 20 de agosto (quinta-feira)

  • Horário: A partir das 19

  • Inscrição: via Plataforma Sympla

Evento 100% gratuito e aberto ao público. Traga suas perguntas a respeito do tema e interaja com os participantes.

[ CLIQUE NO BOTÃO ABAIXO “VER EVENTO” E SE INSCREVA NO SYMPLA ]

O projeto Ecomuseu dos Campos de São José é uma realização do CECP em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

Contatos e Informações:

  • Site: www.ecomuseu.org.br

  • WhatsApp: (12) 99677-5272

  • E-mail: ecomuseu@cecp.org.br

  • Endereço: Alameda Harvey C. Weeks, 203 - Vista Verde - São José dos Campos/SP

24 junho 2026

Primeira edição do Cine Mercadão acontece em Jambeiro

A exibição do filme  “A Primeira Missa” acontece gratuitamente nesta sexta-feira, dia 26 de junho



        O Ecomuseu dos Campos de São José, projeto gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, realiza a primeira edição do Cine Mercadão nesta sexta-feira, dia 26 de junho, às 19 horas . 


        O evento promove uma sessão de cinema itinerante, aberto ao público e gratuito, em que será exibido o filme "A Primeira Missa”. O filme conta com a atuação de Dionísio Azevedo, Margarida Cardoso, Galileu Garcia, que se mudaram para a cidade de Jambeiro durante a construção de seus personagens para estudarem sobre a cultura e modo de vida jambeirense.


        O encontro ressalta a relação da comunidade com o território e a valorização do patrimônio cultural e natural de Jambeiro. A ocupação audiovisual que aconteceria no Mercado Municipal de Jambeiro - patrimônio do município - foi transferido para o Paço Municipal, por conta da previsão de chuva.


        O longa-metragem foi aclamado pela crítica, conquistando prêmios importantes no cenário nacional: Prêmio da Associação Brasileira de Cronistas Cinematográficos (1961-RJ); Melhor Ator (Dionísio Azevedo), Melhor Roteiro e Melhor Fotografia e Prêmio Saci (1961-SP), Melhor Roteiro e Melhor Edição.


        O Cine Mercadão é um evento realizado pelo Ecomuseu dos Campos de São José em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.


SERVIÇO | Cinekombi do Ecomuseu dos Campos de São José


Quando?

Dia 26 de junho, sexta-feira, as 19h


Onde?

Mercado Munipal de Jambeiro

R. Maj. Gurjel, 28 - Centro, Jambeiro - SP, 12270-000


Programação:

19h - Sessão do filme “A Primeira Missa”

21h - Roda de conversa

FILME “A PRIMEIRA MISSA”


Ano: 2010

Classificação: Livre

Duração: 1h 51min  

Sinopse: “Em Remanso, uma cidadezinha provinciana do interior, vive Bentinho, um menino travesso, filho de Nhá Colaquinha, uma humilde lavadeira, e tem uma vida normal como outros garotos de sua idade: joga pião, futebol, nada nos rios, etc. O pai é alcoólatra e violento e morre precocemente, causando um impacto na vida do garoto. Expulso da escola, passa a frequentar a casa de Mestre Zuza, velho paralítico e sábio, mas ateu, que passa a lhe ensinar a ler e escrever. Logo descobre o dom para o sacerdócio, o que causa estranheza em sua mãe e em Mestre Zuza. Escondido, passa a frequentar a igreja e a se vestir de padre.”




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12 junho 2026

Feira de Saberes e Fazeres, realizada pelo Ecomuseu dos Campos de São José, celebra a cultura popular em São José dos Campos

Promovido pelo Ecomuseu dos Campos de São José, o evento gratuito reúne artes autorais,  oficinas ambientais e música no palco aberto.  



Neste sábado, dia 13 de junho, das 10h às 16h, na Casa do Idoso Leste, localizado no bairro Vista Verde, o Ecomuseu dos Campos de São José, projeto gerido pelo CECP em Parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, realiza mais uma edição da sua tradicional Feira de Saberes e Fazeres que celebra a identidade local e a preservação dos saberes da comunidade. O evento, gratuito e aberto a todas as idades, destaca-se como um espaço de convivência onde a comunidade apresenta trabalhos autorais conectados com a memória do território. 

Nesta edição, a arte têxtil de Therezinha Mariano Pinheiro ganha destaque especial com uma exposição que entrelaça lembranças de sua infância na roça com reflexões profundas sobre a atual relação humana com o meio ambiente. Seus bordados carregam cores vivas e ricos simbolismos: rostos de mulheres representam as antepassadas e guardiãs da natureza; pássaros e borboletas evocam a liberdade; bebês ilustram o renascer contínuo da vida, enquanto sóis, luas e águas purificadoras simbolizam a sobrevivência global. Em contraste crítico, os olhos bordados em suas telas traduzem o olhar da própria natureza, frequentemente em prantos diante dos descuidos e violências ecológicas contemporâneas. 

O público será convidado a aguçar os sentidos e explorar de perto a flora com a Rede de Observadores da Natureza (RON), que disponibilizará uma mesa sensorial com folhas, flores e frutos nativos. No campo prático da sustentabilidade, o grupo de agroecologia demonstrará os processos de compostagem comunitária desenvolvidos pelos moradores. 

No campo das tradições lúdicas, o evento apresenta a pintura currupio, expressão artística diretamente inspirada no clássico brinquedo da cultura popular brasileira, cujas formas, movimentos e cores remetem ao universo do brincar e à memória cultural das infâncias. 

Inovando nos cuidados comunitários, a feira também integrará uma vivência voltada à saúde integrativa baseada na medicina tradicional chinesa guiada por Ana Cristina Campos. A prática consiste em percutir o corpo com as próprias mãos, auxiliando na ativação da circulação sanguínea, no desbloqueio de canais energéticos estagnados e na ampliação da consciência corporal dos participantes. 


SERVIÇO DO EVENTO 

● Evento: Feira de Saberes e Fazeres do Ecomuseu CSJ 

● Data: Sábado, dia 13 de junho de 2026 

● Horário: Das 10h às 16h 

● Local: Casa do Idoso Leste - R. Cidade de Washington, 164 - Vista Verde, São José dos Campos - SP

● Entrada: Gratuita (Ambiente receptivo para famílias, crianças) 

● Destaques: Mesa Sensorial da Flora, Demonstração de Compostagem Comunitária, Pintura Currupio, Prática Corporal Chinesa (Ana Cristina Campos), Exposição de Bordados (Therezinha Pinheiro) 


Sobre o Ecomuseu dos Campos de São José 

O Ecomuseu dos Campos de São José é um museu de território focado no desenvolvimento sustentável e na salvaguarda cultural de 28 bairros das zonas leste e sudeste de São José dos Campos, estendendo-se também ao município de Jambeiro. A instituição atua ativamente na promoção de educação ambiental e patrimonial, projetos de reflorestamento, conservação do sagui-da-serra-escuro e valorização do patrimônio imaterial local. Suas ações são geridas pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), com apoio da Prefeitura de São José dos Campos e em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. 


CONTATOS PARA A IMPRENSA 

● Assessoria: Ecomuseu dos Campos de São José / Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) 

● E-mail: comunica@cecp.org.br 

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03 junho 2026

Macacos sentinelas da Mata Atlântica: informação correta salva vidas

 



Texto: Cleuton Lima Miranda; Gabriel Carvalho Camargos; Nícolas Juan de Almeida Machado

A febre amarela voltou a preocupar em São Paulo. E, quando esse assunto aparece, uma coisa precisa ficar muito clara: macacos não transmitem febre amarela para as pessoas.

Eles são vítimas da doença, assim como nós. A transmissão acontece pela picada de mosquitos infectados, principalmente dos gêneros Haemagogus e Sabethes, que vivem em áreas de mata. Por isso, matar, perseguir ou espantar macacos não protege ninguém. Pelo contrário: além de ser crime ambiental, atrapalha o trabalho da saúde pública.

Na Mata Atlântica, os bugios ou guaribas (Alouatta guariba clamitans) costumam ser os mais afetados pela febre amarela. Muitas vezes, a morte desses animais é o primeiro sinal de que o vírus está circulando em uma região. Por isso, eles são conhecidos como sentinelas da doença.

Outros macacos da Mata Atlântica também podem ser afetados, como o macaco-prego (Sapajus nigritus), o sauá (Callicebus nigrifrons), o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides) e os saguis. Em São José dos Campos, um deles merece bastante atenção especial: o sagui-da-serra-escuro (Callithrix aurita).

Pequeno, discreto e ameaçado de extinção, o sagui-da-serra-escuro ainda resiste em fragmentos de Mata Atlântica do município. Mas essa resistência não é simples. A espécie já enfrenta a perda de matas, o isolamento dos grupos, atropelamentos, contato com animais domésticos e hibridação com saguis invasores de outras regiões do Brasil.

A febre amarela chega como mais uma ameaça. E uma ameaça grave. Em populações pequenas, a perda de poucos indivíduos já pode causar grande impacto. A morte de um grupo inteiro pode significar o desaparecimento da espécie naquele fragmento.

Em São Paulo, há registros recentes de febre amarela em humanos e em macacos. No ciclo atual de monitoramento, os casos humanos confirmados ocorreram em municípios como Cruzeiro, Lagoinha, Cunha e Araçariguama. Em São José dos Campos, até o momento, não há notificação atual confirmada de febre amarela em macacos. Mesmo assim, o alerta continua. O CCZ de São José dos Campos segue monitorando a situação.

A população também tem um papel importante. Se você encontrar qualquer macaco morto ou muito debilitado não toque no animal. Não recolha, não enterre e não tente levar para outro lugar. Afaste pessoas e animais domésticos da área e acione imediatamente o CCZ ou os canais oficiais de saúde.

Para as pessoas, a principal proteção continua sendo a vacinação. A vacina contra a febre amarela é gratuita e está disponível na rede pública de saúde.

Macacos não são inimigos. São vítimas da febre amarela e ajudam a saúde pública a perceber quando o vírus está circulando na natureza.

Proteger os macacos é proteger a Mata Atlântica, a saúde pública e a vida silvestre de São José dos Campos.

 

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O projeto Ecomuseu dos Campos de São José é uma realização do CECP, o Centro de Estudos da Cultura Popular, com apoio da Prefeitura de São José dos Campos em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

26 maio 2026

Big Brother Saguis de SJC: O segredo do cardápio dos saguis de São José dos Campos - eles não vivem de banana!






Texto escrito por Cleuton Lima Miranda

Dando continuidade à nossa série sobre a vida enigmática do sagui-da-serra-escuro, Callithrix aurita, chegou a hora de descobrirmos o que realmente entra no cardápio desses pequenos primatas ameaçados que ainda resistem nas matas de São José dos Campos.

E já começamos quebrando um mito bastante comum: saguis não vivem de banana.

Apesar de muita gente associar esses animais às frutas oferecidas por humanos, nossas observações de campo mostram uma alimentação muito mais rica, variada e importante para o equilíbrio da floresta. Durante o monitoramento dos grupos em fragmentos urbanos e periurbanos de SJC, registramos indivíduos alimentando-se de jabuticabas, brotos, cigarras, insetos encontrados em flores e até buscando água diretamente em córregos da mata.

Algumas observações chamaram bastante atenção. Em uma delas, enquanto parte do grupo consumia frutos em uma árvore, uma fêmea carregando filhotes procurava pequenos insetos entre as flores, mostrando como esses primatas aproveitam diferentes recursos ao mesmo tempo. Também registramos adultos compartilhando alimento com os filhotes, que se deliciavam com cigarras, frutos e outros itens alimentares encontrados na mata. Esse comportamento é extremamente importante para aprendizagem alimentar dos jovens e fortalecimento dos vínculos sociais do grupo.

Mas nem tudo é tranquilidade durante a alimentação. Também observamos indivíduos oportunistas esperando outro sagui conseguir alimento para então tentar “furtar” pequenos pedaços. Sim… aparentemente existem saguis “espertinhos” em São José dos Campos também.

Outro ponto interessante é que alguns grupos chegaram a ignorar alimentos deixados próximos às áreas de observação, preferindo continuar buscando recursos naturais da floresta. E isso talvez seja uma das mensagens mais importantes do nosso trabalho: a floresta já oferece tudo aquilo que os saguis precisam para sobreviver.




Árvores nativas, flores, insetos, córregos e a própria biodiversidade da Mata Atlântica sustentam esses pequenos primatas há milhares de anos. Por isso, se realmente quisermos ajudá-los, o melhor caminho não é oferecer comida, mas sim preservar as matas que ainda existem e plantar árvores nativas que ampliem os recursos disponíveis e a conectividade entre os fragmentos florestais (manchas de matas).

E aqui fica um alerta importante: oferecer banana ou qualquer outro alimento pode causar sérios problemas à saúde desses animais, além de alterar o comportamento natural, aumentar disputas entre grupos e favorecer transmissão de doenças.

Por isso, se encontrar um sagui nas matas ou bairros de SJC, admire de longe. Respeitar o espaço desses pequenos moradores da Mata Atlântica continua sendo uma das formas mais importantes de ajudar na conservação da espécie.


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O projeto Ecomuseu dos Campos de São José é uma realização do CECP, o Centro de Estudos da Cultura Popular, com apoio da Prefeitura de São José dos Campos em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

 

30 abril 2026

Ecomuseu dos Campos de São José alcança mais de 85% da meta de plantar 24 mil árvores

Foto: GestBio

 

Em abril de 2026, o Ecomuseu dos Campos de São José: reflorestando a trilha do Callithrix aurita, projeto criado e gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular, o CECP, em parceria com a Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, atingiu o marco de 20.471 mudas plantadas, mais de 85% da meta de plantar 24 mil árvores nativas da Mata Atlântica e Cerrado em corredores ecológicos urbanos no período de 2024 a 2028. O plantio beneficia diretamente a cidade e é parte de uma ação maior de conservação do Callithrix aurita, o sagui-da-serra-escuro, primata endêmico da Mata Atlântica e um dos 25 mais ameaçados de extinção no mundo.

Para a comunidade joseense, o reflorestamento significa mais sombra, ar mais limpo, rios mais saudáveis e temperatura urbana mais amena. Para o sagui, significa rotas de circulação seguras pela cidade, essenciais para a espécie se alimentar, se reproduzir e resistir à pressão de espécies invasoras que ameaçam sua genética.

O plantio foi realizado pela empresa GestBio e em mutirões comunitários abertos ao público. Agora, com as mudas no solo, o foco é garantir que cresçam saudáveis. A comunidade tem papel essencial: não arrancar, não jogar lixo próximo às mudas  e avisar ao Ecomuseu caso alguma esteja danificada. A programação completa do Ecomuseu, incluindo atividades como Rodas de Conversa, Horta e Compostagem Comunitárias, Feiras de Saberes e Fazeres, Encontros Musicais, dentre outras, está nas redes sociais. Siga e participe.



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Contato: ecomuseu@cecp.org.br / comunica@cecp.org.br / (12) 99677-5272
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O Ecomuseu dos Campos de São José é um projeto cultural de impacto socioambiental criado pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental  em 2015. Sediado em São José dos Campos – SP, o projeto atua diretamente em 28 bairros das zonas leste e sudeste da cidade, bem como na cidade de Jambeiro. Com o objetivo de promover o empoderamento comunitário e a valorização da paisagem cultural e natural do município por meio da identificação e valorização do patrimônio local, o Ecomuseu dos Campos de São José realiza e incentiva atividades que promovem o protagonismo comunitário.

29 abril 2026

Ecomuseu CSJ abre inscrições para Grupo de Estudos sobre Ecomuseologia e Museologia Comunitária

 

Atividade gratuita, com três encontros presenciais aos sábados, é aberta ao público a partir de 12 anos e aborda memória, patrimônio cultural e participação comunitária

 O Ecomuseu dos Campos de São José (CSJ) abre inscrições para o Grupo de Estudos sobre Ecomuseologia e Museologia Comunitária, uma atividade gratuita e presencial voltada para quem deseja conhecer mais sobre o papel dos ecomuseus, a história da Nova Museologia e a relação entre comunidade, memória e patrimônio cultural. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo formulário disponível na bio do perfil do Ecomuseu CSJ nas redes sociais.

Ao longo de três encontros realizados no Núcleo do Ecomuseu CSJ, os participantes terão a oportunidade de refletir e dialogar sobre temas como a história da Nova Museologia, conceitos fundamentais da Museologia, patrimônio cultural, ecomuseus, museus comunitários e, especialmente, a trajetória e os projetos do próprio Ecomuseu dos Campos de São José.

A proposta é criar um espaço de troca, aprendizado e construção coletiva de saberes, com foco na participação das comunidades na construção dos museus e na valorização do território. A atividade é voltada para pessoas a partir de 12 anos e não exige conhecimento prévio sobre o tema.

A iniciativa está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: ODS 4 – Educação de Qualidade e ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis.

 Sobre o Ecomuseu dos Campos de São José

O Ecomuseu dos Campos de São José é uma realização do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), com apoio da Prefeitura de São José dos Campos e em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Com atuação voltada para a preservação e difusão do patrimônio cultural e natural da região do Vale do Paraíba, o Ecomuseu promove ações educativas, culturais e comunitárias que colocam as pessoas no centro da construção e gestão do museu.

SERVIÇO
Grupo de Estudos sobre Ecomuseologia e Museologia Comunitária
Datas: Sábados, 09/05, 11/07 e 01/08 de 2026, das 9h às 11h
Formato: Presencial
Público: A partir de 12 anos
Acesso: Gratuito, com inscrição prévia pelo link: https://bit.ly/Encontro_Virtual_Ecomuseologia
Local: Núcleo do Ecomuseu CSJ – Alameda Harvey C. Weeks, nº 203 – Vista Verde – São José dos Campos/SP

Site: www.ecomuseu.org.br

Contato: ecomuseu@cecp.org.br / comunica@cecp.org.br

Telefone: (12) 99677-5272