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17 maio 2022

Sarau de Lançamento do Livreto Agroecológico: Práticas Simples e Cotidianas do ecomuseu dos campos de São José

 

O ecomuseu dos campos de São José lança o Livreto Agroecológico: Práticas Simples e Cotidianas - Cultivar e Bem-viver, material educativo de incentivo ao plantio e manejo de culturas, nesta quinta-feira, 19 de maio.

Esta é uma das iniciativas do projeto em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental. O conteúdo foi desenvolvido pela equipe do ecomuseu, com a produção de texto de Camila Inês, Marcelo Cunha e Laís Oliveira, ilustrações em aquarela da artista visual Larissa Salles e diagramação do Magno Studio.

O Sarau de Lançamento acontecerá no Núcleo de Referências Culturais e Ambientais das Zonas Leste e Sudeste de São José dos Campos, localizado na Alameda Harvey C. Weeks, número 203, no bairro Vista Verde. Os participantes do evento poderão apresentar músicas, contos, poesias, causos, etc. com a temática agroecologia e todos receberão um exemplar do impresso. 

O evento faz parte da programação da 20º Semana Nacional dos Museus, evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus, Secretária Especial de Cultura e Ministério do Turismo, que em 2022 tem como temática “O Poder dos Museus”.

O projeto Ecomuseu dos Campos de São José é uma realização do CECP com apoio da Prefeitura de São José dos Campos em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental e Instituto Embraer.


17 julho 2018

Ação Ecológica no Parque Alambari.




Alunos e professores da Fundhas, equipe do Ecomuseu+ e moradores do Campos de São José

Nos dias 5 e 7 de Julho foi realizado no Parque Alambari o plantio de 30 mudas de árvores. A ação contou com a parceria da Fundhas através do professor Friggi e do professor Dalmo e seus alunos que fazem parte da Patrulha Ambiental. Os professores aproveitaram para ensinar aos seus alunos todo o procedimento para o plantio e a importância de cada processo ali feito.
Professor Friggi explicando o processo de plantio para os seus alunos da Fundhas

Além de plantar, os alunos fizeram um mutirão de limpeza e em seguida puderam conversar com a equipe do Ecomuseu+ e os moradores do Campos de São José que colaboraram com a Ação roçando o terreno e abrindo os berços para receberem as mudas. Seu Élio, morador e membro do Ecomuseu+ também pôde compartilhar sua sabedoria de quando trabalhava na roça, mostrou como faz o plantio e falou da importância dos professores trazerem seus alunos para a Ação Ecológica.





No sábado a ação continuou, dessa vez com a participação de mais moradores do bairro, a criançada se divertiu e colocou a mão na terra junto com seus pais. Tivemos ainda o privilégio de tomar um suco feito com o maracujá colhido da Fazendinha.
Gostaríamos de agradecer a todos os moradores do Campos de São José que participaram da ação, especialmente Eliana, Sena e Josefa que se dedicaram a preparar o terreno que recebeu as mudas. Seu Élio que também nos ajudou no plantio e sempre contribui com sua sabedoria. Ao Professor Friggi, Professor Dalmo, à Fundhas e aos alunos da Patrulha Ambiental que estiveram mais uma vez como nossos parceiros.
Gostou? Então venha participar também das ações, acompanhe tudo pelas nossas redes sociais Ecomuseu+.

Até a próxima!!

04 maio 2018

Explorando o território: um olhar curioso sobre a natureza

Como falar de um território sem considerar toda forma de vida que ali habita?
Nesse território, sendo um bairro urbano ou rural, não há maneiras de reconhecê-lo sem que seja dada a devida importância àqueles que vivem ali, que carregam consigo sabedorias únicas, transmitidas de geração para geração, que podem ser entendidas como as riquezas imateriais daquela região, e que se relacionam, interagem e transformam constantemente o meio.

Este meio se transforma, seja naturalmente ou por meio da intervenção da sociedade, de acordo com a bagagem cultural e sabedorias adquiridas no decorrer da vida de cada um. Como nos relacionamos com a natureza que nos cerca, mesmo que em um meio urbano? Quanta atenção damos a essas transformações? Que olhar temos para o meio em que habitamos e o quanto refletimos sobre esse caminhar junto as mudanças? Podemos cuidar e intervir no território em que vivemos, considerando este uma extensão de nossas próprias moradias?


Com o intuito de provocar este olhar curioso e novos questionamentos nos alunos de 1ºs e 2ºs anos que estudam no período da tarde na Escola Estadual Professor Valmar Lourenço Santiago, foi realizada, nos dias 23, 24 e 25 de abril, uma saída de campo. Ou seja, uma visita ao próprio território habitado pelos alunos, porém, buscando um outro olhar sobre a paisagem.
Na ocasião, os alunos foram convidados a ter um olhar de curiosidade, de questionamento, de exploração do meio, reparando em como a natureza interage com o contexto urbano e como a sociedade interage com a natureza neste contexto. Uma forma de resgatar este olhar e também possibilitar que heranças de vida venham à tona, como a relação da família com a terra, agricultura, artesanato, entre outros.

  

E falando sobre como interagir com a natureza em meios urbanos, não poderíamos deixar de ir até a Fazendinha, não é mesmo? A Fazendinha é uma Área de Preservação Permanente cultivada por moradores do Campos de São José desde 2015. Lá eles plantam árvores nativas e, no entremeio das árvores, fazem seu roçado. Essa ação foi fruto do Projeto Ecomuseu Campos de São José, projeto patrocinado pela Petrobras durante os anos de 2015 e 2017, que desde então mobiliza moradores do local em prol do bem comum.


Uma primeira etapa para a semente de um novo Projeto que, por meio do projeto Ecomuseu, está sendo plantada na escola Valmar, junto à seus alunos. Fiquem de olho que em breve essa semente germinará e poderão colher novidades!


 

Acessem também nossa página do Facebook que lá poderão acompanhar os resultados desta exploração pelo olhar fotográfico dos alunos da escola Valmar: http://www.facebook.com/ecomuseusjc

Atualmente, as ações realizadas pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) na Escola Valmar, no Campos de São José, são patrocinadas pelo Instituto Embraer e pela Petrobras. Além disso, retomamos o Projeto Ecomuseu, agora incluindo, além do Campos, os bairros Jardim Americano e Jardim Diamante, com novo patrocínio da Petrobras.

Fotos: Raquel Henrique





21 novembro 2016

Compostagem: aí vamos nós!

Lembram que há aproximadamente 10 dias fomos à Secretaria do Meio Ambiente aprender um pouco sobre compostagem com a Elisa?

Pois bem, essa semana recebemos a doação de mais 20 mudas para a expansão da Fazendinha. Muito gás para continuar plantando e cuidando da APP do Parque Alambari. Aproveitamos o empurrão nos incentivos e, através também de doação de palets e telas, conseguimos montar uma humilde composteira!

A ideia é que iniciemos um trabalho de educação ambiental baseado em projetos que a SEMEA desenvolve há alguns anos. Assim como eles estão com um espaço parecido com um laboratório de compostagem, também iremos desenvolver o nosso. Partindo da ideia do micro para o macro, conscientizar os moradores da Rua José Gonçalves de Oliveira para que haja a separação dos resíduos orgânicos. Esses, por sua vez, serão destinados a nossa composteira recém inaugurada hoje!

Para nós é uma bela conquista, pois vemos que a área vem sofrendo grandes alterações por conta do assoreamento do Córrego Alambari, porém estamos firmes e fortes plantando cada vez mais e colhendo frutos. São experiências que enriquecem demais o Ecomuseu e consequentemente o Campos de São José.

Quem quiser conhecer nosso trabalho é só entrar em contato com os participantes.





14 novembro 2016

Aprendendo sobre compostagem: Ecomuseu e Secretaria do Meio Ambiente

Dia 10 de novembro, Vicente e Seu Zé foram ao Parque da Cidade encontrar a Equipe do Ecomuseu para ir à Secretaria do Meio Ambiente. Elisa e Luciano nos receberam no Borboletário, aproveitando para breve explicações sobre esse projeto.




De lá seguimos até um espaço de experimentos com compostagem de resíduos orgânicos, realizado pelo SEMEA. Elisa explicou todo o processo no qual estão trabalhando, sobre algumas experiências que estão dando certo e outras que precisaram readaptar algumas coisas. Uma delas é a caixa de compostagem caseira, uma técnica que a princípio teve um efeito positivo como teste para eles.




A ideia é que iniciemos um trabalho de Educação Ambiental na Fazendinha, através da prática da compostagem. Através da coleta coletiva dos resíduos orgânicos dos moradores da rua, podemos realizar uma compostagem de média escala e reverter o material para a adubação das árvores da APP do Córrego Alambari.

Esse espaço onde fomos conhecer recebe a Coleta de Resíduos Orgânicos de algumas instituições e estabelecimentos do Parque da Cidade, como por exemplo a SEMEA e o Restaurante do Sato. Ou seja, todo o lixo que é gerado, é revertido como rica matéria prima para adubação. Como eles estão com crescente demanda, estão adaptando o que antes era uma antiga coxeira que estava parada. Um verdadeiro laboratório!




Elisa nos detalhou com muita atenção cada processo realizado, desde os materiais necessários para a criação da composteira, até a montagem e cuidados necessários para tal. Foi muito interessante! Aproveitou para mostrar como ela e outros funcionários cuidam das suas, levou seu resíduo orgânico, misturou com a matéria seca e juntou ao que já estava lá.





Foi um belo encontro com muita troca e aprendizagem! Estamos muito felizes pela parceria firme com a SEMEA, pois bons frutos estão gerando! A semente foi plantada e germinará com muita força. Nosso muito obrigado em especial à Elisa, por todo carinho e cuidado que nos recebe e nos inspira!



E pra fechar com chave de ouro, Vicente aproveitou o passeio e foi conhecer o Museu do Folclore. Pode ver de perto o Pereirão, uma das nossas inspirações para fazer o Cabeção Treco!





24 outubro 2016

Registros da Roda de Conversa do dia 20 de outubro de 2016

Deu até gosto de ver a casa cheia nessa última reunião. Ainda que algumas pessoas não estivessem presentes, ficamos muito felizes em estarmos todos juntos novamente!


Colocamos nossa agenda em dia, tivemos uma rica discussão sobre educação ambiental e o Córrego Alambari e demos muitas risadas.

Fechamos para o dia 18 de novembro mais uma Cantoria, mas sem local definido. Assim que tivermos as informações fechadas avisaremos.

Maria fez a leitura de um e-mail da Elisa, da Secretaria do Meio Ambiente. Como somos parceiros e a Fazendinha vai de vento em poupa, vamos fazer uma visita técnica para começar um processo de Compostagem no Ecomuseu. Veremos o método utilizado pelo SEMEA e receberemos também mais mudas para o reflorestamento do Córrego. Boas notícias!




Falando em nossas parcerias, dia 08 de novembro faremos mais uma vivência com a comunidade para falar sobre saúde, junto com a Luísa e a Fátima da UBS. Luísa falará sobre a questão da alimentação saudável e Fátima ensinará a prática do Lian Gong. Super interessante! Dona Angela também dará uma contribuição ensinando uma receita de paçoca de liquidificador. Será às 14 horas na Escola Municipal Maria Amélia Wakamatsu.




E atenção: nosso próximo Trecos e Tarecos será no Parque Vicentina Aranha, às 9 horas, dia 12 de novembro! Vamos? Estão todos mais do que convidados!

A próxima roda será na Fundhas, nossa querida acolhedora.
Até lá.


23 agosto 2016

Dando nome aos bois, digo, árvores!

Boa noite, pessoal!
Já faz um tempo que começamos a identificação das árvores da nossa Fazendinha.

Teve gente que ajudou coletando os nomes das árvores, outros em escrever nos folhetos, cortar as plaquetas ou montá-las. Sempre naquela diversão do trabalho em grupo!

Hoje conseguimos - finalmente! - instalar nossas plaquinhas de identificação e, assim, mostrar o que é o que naquele monte de planta bonita.
Uma mistura de árvores nativas, frutíferas e leguminosas, plantadas com muito cuidado e dedicação do Vicente e Seu Élio.

Seguem algumas fotos de hoje:







Eliana com a mão na massa



Seu Élio escolhendo as placas
















Vicente e a Mamona